O próprio assinante publica: juízes, advogados, procuradores e professores comentando as decisões que mais importam, com nome e credencial.

Um comentário técnico sobre o impacto prático da nova tese fixada pela 2ª Turma para a execução fiscal.

Panorama comparado das duas turmas criminais do STJ sobre os limites da atuação policial.
Como cada turma do Supremo vem conduzindo os processos que definem os limites da responsabilização penal.

Leitura dos precedentes recentes da 1ª e 2ª Turma sobre o direito ao creditamento antes do início das operações.

Os efeitos práticos da decisão sobre relacionamentos vividos com discrição, e o que muda para a comprovação de vínculo.

Como a 1ª Turma padronizou a fixação de indenizações em ações de degradação ambiental.

Uma leitura dos julgados recentes da Primeira Turma do STJ revela um colegiado que recalibra, caso a caso, os limites da Lei de Improbidade Administrativa reformada — mais rigoroso na exigência de prova, mas nada complacente com quem tenta se esconder atrás da reforma para escapar da responsabilização.

Um giro pelos julgados recentes da Segunda Turma revela uma corte que endurece a responsabilização ambiental, mas também respeita os limites técnicos e procedimentais da atuação estatal.

Uma análise de como o STJ vem construindo, caso a caso, uma doutrina de proteção redobrada para idosos, analfabetos e pessoas com deficiência nas relações de consumo.

Uma leitura transversal de julgados recentes revela uma linha de comedimento na Quarta Turma do STJ, que resiste a presumir dano moral e má-fé em relações de consumo, contratos e fraudes bancárias.

Uma leitura de julgados recentes revela um fio condutor na Quinta Turma do STJ: a recusa cada vez mais firme em validar condenações por tráfico quando a materialidade do crime não está solidamente comprovada.

Entre prints de WhatsApp sem perícia e a teoria da fonte independente, o colegiado vem construindo, caso a caso, um cinturão de exigências técnicas para blindar o processo penal contra provas digitais frágeis.
Casos recentes como os de Carla Zambelli e Rodrigo Bacellar revelam uma linha interpretativa cada vez mais firme da 1ª Turma: condenação criminal transitada em julgado extingue o mandato de forma automática, sem espaço para deliberação política do Legislativo.
Da prisão preventiva sem pedido do MP ao foro de promotores, um mesmo compasso: garantias processuais não cedem à urgência da acusação.